5 Acertos a serem feitos em sua célula

Uma célula saudável deve alcançar a multiplicação no período de um ano, aproximadamente. Quando este prazo começa a se estender, faz-se necessário uma avaliação do porquê esta célula não está alcançando a multiplicação.
Quando uma célula não multiplica no prazo entre um ano e meio e dois anos, mais ou menos, existem 5 possíveis acertos que precisarão ser feitos, a saber:

1 – No “DNA” da célula: O “DNA” é a visão da Igreja local. São os propósitos, a missão e os sonhos para aquele grupo. Se este “DNA” não estiver alinhado com a Igreja local, a multiplicação não acontecerá. Por isso, é muito importante que se ajuste o “DNA” da célula.

2 – No líder da célula: É preciso que se avalie se uma reciclagem faz-se necessária, se o líder está passando por um momento difícil e está precisando de ajuda, além, é claro, de trazer o líder mais para perto do convívio de seu supervisor. Agora, se todos os acertos tiverem sido feitos e, ainda assim, o líder continuar sem resultado, o supervisor, com muito amor e carinho, precisará intervir e optar por trocar o líder.

3 – No anfitrião da célula: O anfitrião de uma célula é responsável por cinquenta por cento do resultado desta célula; seja este resultado positivo ou negativo. A análise passa por saber se o anfitrião é uma pessoa receptiva, é alguém que se alegra com a célula, que está de coração aberto para receber a célula e saber se as pessoas se sentem acolhidas na casa deste anfitrião. Acontece muito de, ao se fazer esta análise, descobrir que o anfitrião não só não está abrindo a casa de coração deixando sempre bem claro que ele aguarda, ansiosamente, o término de cada reunião, como também, que ele só abre a casa por achar que recebendo os irmãos que oram, ele está “protegido”. Nestes casos, aconselha-se a trazê-lo para perto, levá-lo ao treinamento de reciclagem, acompanhar mais de perto o seu coração através dos discipulados e, se de tudo, nada der resultado, com muito amor e carinho, a casa deverá ser substituída.

4 – No supervisor da célula: Neste caso, deve-se avaliar os diversos níveis de supervisão, seja a de setor, a de área ou a Pastoral. Pois, pode acontecer do líder ser um líder animado, que trabalha bem em prol da multiplicação da célula e que está comprometido com os projetos, mas um de seus supervisores pode ser uma pessoa que não motiva e que não anda junto para fazer com que o líder cresça, por exemplo. Um erro muito comum é quando se delega a supervisão a alguém que nunca teve experiência de liderar uma célula. Este supervisor nunca pegou uma célula do zero, nunca enfrentou os problemas e nunca passou pela alegria de fazê-la se multiplicar. Se for este o caso, este supervisor não terá ferramentas para ajudar o líder a crescer.

5 – No grupo: Será preciso acabar com a “panelinha” do grupo. Se a célula já tem mais de um ano e meio e ainda não multiplicou, é preciso que se verifique se houve formação de “panelinhas”, ou seja, se o grupo virou uma “reunião social entre amigos”, sem o foco de evangelizar ou incluir novos membros. Esta mudança só se dará com um trabalho massivo, junto ao líder, de ganhar e introduzir novas pessoas. Existem casos em que se fará necessária a mistura de uma ou mais células para que o grupo se espalhe (Exemplo: levar dois membros para outra célula, trazer dois de outra célula; levar mais dois para outra célula e trazer outros dois de uma terceira célula diferente).
Quando todos estes acertos tiverem sido realizados de uma maneira positiva, o resultado será uma multiplicação saudável.

Fonte: Instituto Liderança de Sucesso

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